Sugestões de atividades para estimular as crianças durante o período de férias

28 junho 2017 | Postado por Casinha da Cys

Sugestões de atividades para estimular as crianças durante o período de férias
De acordo com especialistas durante os primeiros anos de vida, a criança assimila conhecimentos, habilidades e hábitos, formando capacidades, qualidades e valores morais para a vida toda. Daí entra a importância da atividade lúdica nessa etapa da vida, onde o desenvolvimento das esferas cognitivas, motoras e afetivas são potencializadas, por isso é necessário estimular. O desenvolvimento da criança acontece através do lúdico, ela precisa brincar para crescer, segundo PIAGET (1971).  Dessa forma, as atividades lúdicas  proporcionam a criança interação da ação com o pensamento,  ela pode assimilar conceitos, experiências e vivencia.
Confira as dicas para estimular a garotada nas férias

Livros
Também pode ser uma boa pedida para o período das férias uma boa leitura. A leitura faz bem para qualquer idade, mas no caso dos pequenos é uma ótima maneira de estimular a imaginação.

Atividades artísticas
Estimular a criança a brincar com arte é uma alternativa muito legal para o período de férias, principalmente nos dias de chuva quando não se pode brincar ao ar livre. Tenha à disposição em casa folhas de papel em branco e materiais de desenho, como lápis de cor, de cera, caneta e tinta.

Brinquedos
Uma opção para brincar nas férias é aproveitar os brinquedos que temos em casa ou até juntar os amigos para compartilhar os brinquedos dos amiguinhos. Muitos brinquedos servem para ativar o sistema de busca das crianças e abrem as portas para a imaginação permitindo que elas desenvolvam uma ideia livremente. Brinquedos como: blocos de montar, quebra-cabeça,  kits de médico ou construção, carrinhos, casinhas e brinquedos musicais servem para passar bons momentos de brincadeiras com os amiguinhos. Imagina só criar uma banda com os instrumentos musicais da turminha toda. Muito legal, não?

Bola de gude
Uma das brincadeiras mais antigas e democráticas que agrada crianças e os adultos também é jogar bola de gude. Pode ser feito no condomínio, nos parques e em lugares que a brincadeira possa ser feita com segurança.






Pula corda
Papai e mamãe também devem ter participado de pular corda na infância. Brincadeira simples e que reforça a importância do exercício físico para os pequenos. A brincadeira é bem simples:
Duas crianças batem a corda, uma de cada lado e, no meio, uma outra pula ao ritmo da música, fazendo todos os movimentos sugeridos:
Um homem bateu em minha porta
E eu abri
Senhoras e senhores: põe a mão no chão
Senhoras e senhores: pule de um pé só
Senhoras e senhores: dê uma rodadinha
E vá pro olho da rua
Ra, re, ri, ro, rua
Ao falar a palavra rua, o jogador deve sair da corda e dar lugar ao próximo.

Brincar de cabana
Brincar com casinha de pano ou cabaninha é uma opção divertida para inspirar boas aventuras com as crianças. Imagina só entrar no mundo do “faz de conta” e até criar uma cidade com caixa de papelão construindo tudo com papel, tinta, lápis e muita criatividade.

Amarelinha
Usando um marcador para riscar o chão (não vale fazer em locais proibidos) e com alguns amiguinhos é uma brincadeira que faz a turminha fazer um bom exercício pulando as casas com um pé.
Essa brincadeira tão tradicional entre as crianças brasileiras também é chamada de maré, sapata, avião, academia, macaca etc. A amarelinha tradicional é desenhada no chão com giz e tem o formato de uma cruz, com um semicírculo em uma das pontas, onde está a palavra céu, lua ou cabeça.



Corrida de saco
A garotada vai cair e levantar bastante na brincadeira da corrida de saco, mas tudo vale a pena para uma brincar com os amiguinhos. Também pode servir para interagir com os adultos que com toda certeza também podem se divertir muito. 







Adoleta
Várias pessoas formam uma roda. Juntam-se as mãos e vão batendo na mão de cada membro conforme vai passando a música. A música é: “Adoleta, le peti petecolá, les café com chocolá. Adoleta. Puxa o rabo do tatu, quem saiu foi tu, puxa o rabo da panela, quem saiu foi ela, puxa o rabo do pneu, quem saiu foi eu”.



Bate e corre
Os participantes formam uma roda e um jogador iniciará a brincadeira. Ao sinal de início, o jogador separado põe-se a correr em volta da roda, devendo bater inesperadamente no ombro de um colega. Este sai no seu encalço, enquanto o outro continua a correr em torno da roda para tentar ocupar o lugar, agora vago no círculo, antes de ser apanhado. Se conseguir, o corredor desafiado reinicia a brincadeira indo tocar outro. No caso contrário, o alcançado vai para o centro da roda. Lá fica até outro cometer erro semelhante ao seu, trocando de lugar com ele. 

Bate figurinha
Os meninos reúnem as figurinhas dos álbuns que são repetidas, fazem um montinho e batem a mão sobre elas, as que virarem ao contrário é ganha por quem bateu a mão. O jogo é feito de comum acordo entre todos, e só vale bater figurinhas repetidas para que ninguém saia no prejuízo.






Bobinho
É uma brincadeira de bola. Os jogadores vão jogando a bola um para o outro, e o objetivo do bobinho é roubar a bola. Se conseguir, quem chutou a bola pela última vez será o novo bobinho. Pode ser brincado com os pés ou com as mãos.  

Boca de Forno
Brincam um mestre e os demais participantes. O diálogo é assim: MESTRE: “Boca de forno” DEMAIS: “Forno é” MESTRE: “Vão fazer tudo que o mestre mandar?” DEMAIS: “Vamos” MESTRE: “E se não fizer?” DEMAIS: “Leva bolo” Aí, o mestre manda os participantes buscarem algo. Quem trouxer primeiro, será o novo mestre, os demais, levarão palmadas. E assim por diante
  
Bolinhas de sabão
É muito fácil fazer a alegria da criançada comprando os kits de bolha de sabão. Mas aqui via uma dica para se fazer essa brincadeira de forma bem tradicional. Adquire-se um talo de mamoeiro e corta-se tirando a folha e a parte mais grossa. Faz-se em um copo espuma de sabão, mergulha-se o canudo e me seguida sopra-se bem de leve fazendo-se as bolas que serão soltas no ar.

Botão
Jogo que consiste em uma tábua (onde são desenhadas linhas de futebol de campo); fichas (representado os jogadores); um botão pequeno (bola); uma palheta (pequena ficha). Os jogadores são representados pelas fichas. A impulsão destes, sob a bola, é feita pelos competidores com auxílio da palheta. As regras do jogo assemelham-se ao futebol de campo. Quando o competidor, imprimindo a palheta sobre o botão-jogador, não conseguir atingir a goleira, a jogada passará ao seu adversário. Apenas dois elementos podem jogar. Um terceiro faz papel de juiz. Estabelece-se um tempo de jogo, ao término do qual será vencedor quem obtiver maior número de gols. Este jogo pode ser obtido em lojas de brinquedos que já possuem os kits com as fichas com logomarcas de times, as goleiras, a bola e a palheta

Cata-vento
Imitação dos aparelhos meteorológicos destinados a determinar a velocidade e direção dos vetos. Geralmente feito de papelão ou cartolina e presos por um alfinete ou pequeno prego à ponta de uma vara que lhe serve de cabo

Ciranda
A famosa dança infantil, de roda, conhecida em todo o Brasil, teve origem em Portugal, onde era um bailado de adultos. O Semelhante a ela é o fandango, baile rural praticado até meados do século XX no interior do Rio de Janeiro (Parati) e São Paulo, em que homens e mulheres formavam rodas concêntricas, homens por dentro e mulheres por fora. Os versos que abrem a ciranda infantil são conhecidíssimos ainda hoje: “Ciranda, cirandinha/ Vamos todos cirandar/ Vamos dar a meia volta/ Volta e meia vamos dar”. De resto, há variações regionais que os complementam como “O anel que tu me deste/ Era vidro e se quebrou./ O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se acabou”

Dança da cadeira
Colocam-se cadeiras em círculo, cada participante senta-se, sendo que uma criança é destacada para dirigir o jogo, este deve estar vendado. O dirigente da brincadeira grita: já ! Todos levantam e andam em roda das cadeiras. O dirigente retira uma cadeira. À voz de já! , todos procuram sentar. Quem ficar sem lugar comandará a nova volta. Assim, as cadeiras vão sendo retiradas e o grupo vai diminuindo. Será o vencedor aquele que conseguir sentar na cadeira no último commando. Variante: As cadeiras são dispostas em duas fileiras (de costas uma para a outra). As crianças sentam nas cadeiras e uma fica responsável por ligar e desligar o rádio e também por retirar as cadeiras. Quando o rádio for ligado às crianças circulam pelas cadeiras quando o rádio é desligado as crianças sentam. A cada parada vai sendo retirada uma cadeira. Quem fica sem cadeira cai fora, é considerado vencedor o participante que conseguir sentar na cadeira, na última disputa

Escravos de Jó
Cantiga aparecendo sob a forma de jogo ou passeio (ver esta última modalidade na categoria correspondente). A música é a mesma. Crianças sentadas no chão em círculo ou ao redor de uma mesa; um objeto (pedrinha, caixa de fósforos ou sementes). As crianças vão entoando a cantiga, marcando os tempos fortes; passam o objeto de uma para outra, no sentido dos ponteiros do relógio. Somente na parte onde dizem zique – zá o objeto é passado na direção contrária, retornando-se, logo a seguir, à primeira direção contrária, retornando-se, logo a seguir, à primeira direção. Quem erra cai fora. Os últimos dois serão os vencedores. Música: Escravos de Jó Jogavam Caximbó. Tira, bota. Deixa o Zé Pereira Que se vá. Guerreiros com guerreiros Fazem zigue – zigue zá (repete-se a música até restarem só dois)

Passa Anel
As crianças são colocadas em roda e uma delas segura um anel nas mãos. As mnaos estáo fechadas em forma de concha de modo que as outras não possam ver o anel, nem quando e para quem este sera passado. Ganha quem descobrir “com que está o anel”.



Peteca
Quando os portugueses chegaram no Brasil, encontraram os índios brincando com uma trouxinha de folhas cheia de pequenas pedras, amarrada a uma espiga de milho, que chamavam de PeŽteka, que em tupi significa “bater”. A brincadeira foi passando de geração em geração e, no século 20, o jogo de peteca tornou-se um esporte, com regras e torneios oficiais.

Pipa Pipa, papagaio, arraia, raia, quadrado, pandorga
As pipas apareceram na China, mil anos antes de Cristo, como forma de sinalização. Sua cor, desenho ou movimento poderia enviar mensagens entre os campos. Os chineses eram peritos em construir pipas enormes e leves. Da China elas foram para o Japão, para a Índia e depois para a Europa. Chegaram no Brasil trazidas pelos portugueses. Os tipos de pipa mais conhecidos são o de três varas, o de cruzeta e o de caixa. Para fazer basta algumas folhas de papel, varinhas e linha.
  




Jogar futebol
Uma brincadeira que pode ser feita no prédio, parque, praia e que vai ser divertido para todas as idades.






Cabra-cega
Para brincar é necessário apenas um lenço ou venda para tapar os olhos, e quanto mais crianças participarem, melhor. Posicionados em círculo, segurando as mãos, escolhem por sorteio ou por indicação a “cabra-cega” que se dirigirá ao centro da roda como os olhos vendados.  Depois de dar três voltas sobre si mesma, a “cabra-cega” tentará pegar algum amiguinho. O grupo poderá se espalhar para impedir que a cabra pegue alguém, mas é recomendável não soltarem as mãos. Quando conseguir pegar algum amiguinho, e o reconhece, trocará de lugar com ele. O importante é que a cabra-cega reconheça seus amiguinhos pelo tato, e que não permaneça muito tempo com os olhos vendados


Brincar é um ato social que permite uma comunicação e possibilita às crianças um espaço para resolução dos problemas que as rodeiam. É um instrumento importante para desenvolver a criança, para a construção do conhecimento infantil. Brincando a criança organiza e reorganiza suas experiências, aprender a lidar com as emoções, ou seja, pelo brincar a criança equilibra as tensões provenientes do seu mundo cultural, construindo sua individualidade, sua marca pessoal, sua personalidade.



Fonte do texto: Para nosso post usamos várias referências para construção do texto. Os sites: efdeporte, Brasil Escola e Brasileirinhos.
Imagens: Reprodução/Google.
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