Escolhendo como o bebê vai nascer

01 julho 2012 | Postado por Casinha da Cys


TIPOS DE PARTO
Para você saber os tipos de partos que existe e conversar com seu médico qual a melhor forma para o nascimento do seu bebê. Ressaltando sempre a importância de um pré natal feito seguindo todas as indicações do médico. 

Parto normal
O parto normal é mais seguro que a cesariana, pois oferece menos riscos de infecção, hemorragia e prematuridade do bebê. O apoio à mulher durante o pré-natal e o trabalho de parto é o principal recurso para seu bom desenvolvimento. Em casos realmente necessários, podem ser oferecidos métodos não farmacológicos de alívio da dor e utilizadas intervenções como analgesia.
No parto normal é que o organismo materno se prepara para o nascimento. Os hormônios prolactina e ocitocina, fabricados durante o trabalho de parto, são fundamentais para ajudar a acelerar a produção de leite. Quem faz uma cesárea não produz quantidade suficiente desses hormônios e o leite pode demorar a descer. Além disso, a recuperação também é mais rápida em comparação à cesariana.

O parto normal
Sempre que possível o parto deve acontecer sem intervenções. O ambiente deve respeitar a privacidade e as escolhas da gestante. Por isso, é indicado reduzir ruídos e luminosidade no local do parto, permitir que a parturiente caminhe, ingira líquidos e indique quem irá acompanhá-la. Além disso, é necessário possibilitar que a mulher adote as posições que a façam se sentir melhor – no momento da expulsão, por exemplo, a posição verticalizada pode facilitar o nascimento, por se mais fisiológica para mãe e bebê. O recém-nascido também deve ser poupado de intervenções desnecessárias tradicionais.

O corte do cordão umbilical também pode respeitar o ritmo natural e ser feito tardiamente, após cessarem os batimentos, a não ser que haja alguma contra indicação. Alguns profissionais da saúde que atendem ao parto oferecem para que o pai da criança corte o cordão.
O parto natural pode ser realizado em maternidades, Centros de Parto Normal e em casa, mas é preciso contar com o acompanhamento de uma equipe especializada, liderada por enfermeiros-obstetras ou obstetrizes.
Nesse tipo de parto, a presença de uma doula também é bastante apropriada, visto que ela oferece suporte físico e emocional à parturiente, transmitindo confiança, segurança e suporte afetivo, físico e emocional. Ao longo do trabalho de parto, essa profissional ajuda a gestante a encontrar as melhores posições, sugere métodos para aliviar as dores, entre eles banhos e massagens, e ainda auxilia e orienta o acompanhante.

Parto domiciliar
Este tipo de parto é realizado na casa da parturiente. É recomendado apenas para gestações de baixo risco e deve ser conduzido por um médico ou enfermeiro-obstetra Durante o trabalho de parto, é preciso garantir que a gestante possa ser transferida para um hospital se for registrado qualquer problema ou complicação.
No Brasil, nas regiões do campo e da floresta, muitas crianças nascem pelas mãos de parteiras tradicionais, mulheres que, de forma voluntária, seguem o ofício de ajudar outras mulheres a parir. Cada vez mais o governo brasileiro reconhece o valor e o trabalho das parteiras tradicionais, que também atuam nos centros urbanos.

Parto com fórceps ou vácuo extrator
Cada um tem sua indicação precisa, mas ambos são utilizados nos momentos finais do parto normal quando ocorrem situações de emergência ou sofrimento do bebê. O fórceps, instrumento cirúrgico que funciona como uma pinça, é usado para auxiliar a saída da criança do útero e finalizar o parto com segurança. O vácuo-extrator é como uma ventosa e também tem a função de ajudar o bebê a sair.

Parto na água
Neste tipo de parto normal ou natural, a mãe dá à luz em uma banheira com água morna, que pode proporcionar conforto e ajudar a aliviar as dores das contrações. O processo deve ser sempre acompanhado por um enfermeiro-obstetra ou médico e não é indicado em casos de parto prematuro, gestantes com diabetes, hipertensão, HIV positivo, hepatite B ou herpes genital ativo e bebês acima de quatro quilos.

Parto de cócoras
Outro tipo de parto normal ou natural, neste procedimento a mãe fica de cócoras em uma cadeira ou em um banco especial. Nessa postura, a força da gravidade facilita a saída do bebê e alivia a dor das contrações. A posição de cócoras é considerada mais fisiológica e pode ser adotada por qualquer gestante no momento do parto.

Cesárea
Segundo dados de 2009 do Ministério da Saúde, as cesarianas representam 34% dos partos realizados na rede pública de saúde brasileira. No entanto, por se tratar de um procedimento cirúrgico, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que esses casos não ultrapassem 15%. Essa indicação se refere aos partos de risco, quando há situações como posição inadequada do feto (que permanece sentado ou atravessado mesmo após tentativas para mudá-lo de posição) e descolamento prematuro de placenta.
Outras razões que exigem a cesárea, constatadas durante o trabalho de parto, são o sofrimento fetal e a desproporção céfalo pélvica. No primeiro caso, o bebê não está bem e precisa nascer imediatamente. No segundo, a mãe apresenta toda ou quase toda a dilatação necessária, mas o bebê não desce pelo canal de parto.

Parto prematuro
Segundo a OMS, o parto é considerado prematuro quando ocorre antes da 37ª semana de gestação. Entre as causas mais comuns para a prematuridade estão a gravidez na adolescência, ruptura prematura da bolsa, gestações de gêmeos e problemas de saúde da mãe, como pressão alta, infecção urinária, diabetes e tabagismo. A “cesariana de hora marcada” contribui com o aumento no número bebês que nascem prematuros.
Os cuidados com o bebê dependem do tempo de prematuridade. Quando o nascimento acontece entre 34 e 37 semanas, o maior risco é a dificuldade na respiração. No entanto, quando o prematuro nasce antes de 34 semanas, seus órgãos ainda não estãocompletamente desenvolvidos e é necessária uma atenção ainda maior.
Além disso, o bebê prematuro fica mais vulnerável a complicações que podem dificultar seu desenvolvimento. Por isso, é fundamental ter o acompanhamento do pediatra. Leite materno e muito carinho também são essenciais para garantir uma vida saudável para a criança.


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