Músicas para homenagear os pais

07 agosto 2015 | Postado por Casinha da Cys

Na semana dedicada aos papais estamos postando algumas músicas que abordam o relacionamento entre pais e filhos. Letras de músicas que são verdadeiras poesias e outras que nos remetem a uma boa reflexão sobre nossos pais. Confira nossas dicas e aproveite o Dia dos Pais com muito amor e alegria. 
O filho que eu quero ter  (Vinicius de Moraes  e Toquinho) 
É comum a gente sonhar, eu sei, quando vem o entardecer
Pois eu também dei de sonhar um sonho lindo de morrer
Vejo um berço e nele eu me debruçar com o pranto a me correr
E assim chorando acalentar o filho que eu quero ter
Dorme, meu pequenininho, dorme que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho de tanto amor que ele tem
De repente eu vejo se transformar num menino igual a mim 
Que vem correndo me beijar quando eu chegar lá de onde eu vim
Um menino sempre a me perguntar um porque que não tem fim
Um filho a quem só queira bem e a quem só diga que sim
Dorme menino levado, dorme que a vida já vem
Teu pai está muito cansado de tanta dor que ele tem
Quando a vida enfim me quiser levar pelo tanto que me deu
Sentir-lhe a barba me roçar no derradeiro beijo seu
E ao sentir também sua mão vedar meu olhar dos olhos seus
Ouvir-lhe a voz a me embalar num acalanto de adeus
Dorme meu pai sem cuidado, dorme que ao entardecer
Teu filho sonha acordado, com o filho que ele quer Ter.

Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo (Roberto Carlos)
Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo.

Musica Raiz  ( Léu Canhoto e Robertinho)
Meu velho pai
Preste atenção no que eu lhe digo
Meu pobre papai querido
Enxugue as lágrimas do rosto
Porque papai que você chora tão sozinho
Me conta meu papaizinho
O que lhe causa desgosto
Estou notando que você esta cansado
Meu pobre velho adorado
Sua filha esta falando
Quero saber qual a tristeza que existe
Não quero ver você triste
Por que é que esta chorando
Quando lhe vejo tão tristonho desse jeito
Sinto estremecer meu peito
Ao pulsar meu coração
Meu pobre pai você sofreu pra me criar
Agora vou lhe cuidar
Essa é a minha obrigação
Não tenha medo meu velhinho adorado
Estarei sempre do teu lado
Não lhe deixarei jamais
Eu sou o sangue do seu sangue papaizinho
Não vou lhe deixar sozinho
Não tenha medo meu pai
Você sofreu quando eu era ainda criança
Não me sai mais da lembrança
Seus carinhos, seus cuidados
Eu fiquei grande, estou seguindo meu caminho
E você ficou velhinho
Mas estou sempre ao seu lado
Meu pobre pai, seus passos longos silenciaram
Seus cabelos branquiaram
Seu olhar escureceu
A sua voz quase que não se ouve mais
Não tenha medo meu pai
Quem cuida de você sou eu
Meu papaizinho não precisa mais chorar
Saiba que não vou deixar
Você sozinho, abandonado
Eu sou seu guia, eu sou seu tempo e sou seus passos
Sou sua luz e sou seus braços
Sua filha abençoada.


Pais e Filhos (Legião Urbana)
Estátuas e cofres
E paredes pintadas
Ninguém sabe
O que aconteceu...
 Ela se jogou da janela
Do quinto andar
Nada é fácil de entender...
Dorme agora
Uuummhum!
É só o vento
Lá fora...
Quero colo!
Vou fugir de casa
Posso dormir aqui
Com vocês
Estou com medo
Tive um pesadelo
Só vou voltar
Depois das três...
Meu filho vai ter
Nome de santo
Uummhum!
Quero o nome
Mais bonito...
É preciso amar haahaa as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Pra pensar
Na verdade não há...
Me diz, por que que o céu é azul
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim...
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua
Não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar...
Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais
Huhuhuhu!...ouh! ouh!...
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Pra pensar
Na verdade não há...
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais
Não entendem
Mas você não entende seus pais...
 Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?

Naquela mesa (Sérgio Bittencourt)
  
Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã
Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim. 


Meu Velho(Altemar Dutra)


É um bom tipo meu velho
Que anda só e carregando
Sua tristeza infinita
De tanto seguir andando
Eu o estudo desde longe
Porque somos diferentes
Ele cresceu com os tempos
Do respeito e dos mais crentes
Velho, meu querido velho
Agora caminha lento
Como perdoando o vento
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e o teu tempo
Seus olhos são tão serenos
Sua figura é cansada
Pela idade foi vencido
Mas caminha sua estrada
Eu vivo os dias de hoje
Em ti o passado lembra
Só a dor e o sofrimento
Tem sua história sem tempo
Velho, meu querido velho
Agora caminha lento
Como perdoando o vento
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e teu tempo
Velho, meu querido velho
Eu sou teu sangue meu velho
Teu silêncio e teu tempo
Velho, meu querido velho.

Como nossos Pais ( Belchior)
Não quero lhe falar,
Meu grande amor,
Das coisas que aprendi
Nos discos.
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa.
Por isso cuidado meu bem
Há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
Está fechado prá nós
Que somos jovens.
Para abraçar seu irmão
E beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço,
O seu lábio e a sua voz.
Você me pergunta
Pela minha paixão
Digo que estou encantada
Como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade
Não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento
Cheiro de nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva
Do meu coração.
Já faz tempo
Eu vi você na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memória
Essa lembrança
É o quadro que dói mais.
Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais.
Nossos ídolos
Ainda são os mesmos
E as aparências
Não enganam não
Você diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
Você pode até dizer
Que eu tô por fora
Ou então
Que eu tô inventando.
Mas é você
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem.
Hoje eu sei
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Tá em casa
Guardado por Deus
Contando vil metal.
Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo,
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais.

Loadeando  (Marcelo D2)

Stephan: "E aí pai, beleza?"
Marcelo: "Beleza filho. E tu? Tudo certo?"
Stephan: "Certo. E você? A procura da batida perfeita?"
Marcelo: "Sempre, rapaz. E aí? Como é que tá o colégio?"
Stephan: "Ah! O colégio tá bem! Eu que..você sabe como é que é,né?"
Round one...
Marcelo: O jogo começou, aperta o Start, na vida você ganha, cê perde,
meu filho. Faz parte.
Stephan: Ih! É ruim, eu não gosto de perder. Nem me lembro há quanto
tempo que eu não perco pra você.
Marcelo: Han.Calma filho, você ainda tem que crescer. O jogo apenas começou e você tem muito pra aprender.
Stephan: É! Eu sei. Eu tava só zoando. Você que lodeou e eu tô jogando.
Marcelo: Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho.
Stephan: Eu me desenvolvo e evoluo com meu pai.
Round two...
Stephan: Se o papo for futebol?
Marcelo: Ah! Isso é comigo.
Stephan: E se o assunto é playstation?
Marcelo: Tudo bem contigo. A evolução aqui é de pai pra filho.
Stephan: A família é Peixoto e representa o Rio. Eu me desenvolvo e evoluo com meu pai. Mas aquele passeio na Disney,quando a gente vai, hein?
Marcelo: Han! Sabia. Tava demorando. Deixa o dólar dá uma baixada ai nós vamos, certo?
Stephan: Ih! Beleza. A comida tá na mesa. Mas pro dólar dá uma baixada é uma tristeza.
Marcelo: É! Tu sabe que a vida não tá mole pra toda família, que segue firme e forte, na correria.
Stephan: Me lembro, é só olha pra trás. Mas pra vida melhorar,como é que faz?
Marcelo: Não fico parado, esperando a ajuda da Unesco. Na minha vida ando pra frente, sempre em passo gigantesco.
Marcelo: Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho.
Stephan: Eu me desenvolvo e evoluo com meu pai.
Stephan: O pensamento é rápido. Não enrola. Três pra frente "x" diagonal pra cima e bola.
Marcelo: É! Já vi que tu tem o poder. O controle tá na tua mão e o jogo é pra você. Mas a persistência é o que leva a perfeição. Eu que lodiei, você joga e é exemplo pro teu irmão.
Stephan: Você é o reflexo do espelho do seu pai. Eu também. Uma coisa eu aprendi, planto amor pra colher o bem.
Marcelo: Ah moleque!Assim que é meu filho, assim você me deixa orgulhoso, uma coisa que a gente tem que ter muito no coração é amor e é por essas e outras que:
Marcelo: Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho.
Stephan: Eu me desenvolvo e evoluo com meu pai.

 Pai (Fábio Jr)
Pai, pode ser que daqui à algum tempo
haja tempo pra gente ser mais, muito
mais que dois grandes amigos,
pai e filho talvez.
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer
coisa entre esses vinte ou trinta,
longos anos em busca de paz.
Pai, pode crer eu tô bem, eu vou indo.
Tô tentando, vivendo e pedindo, com
loucura pra você renascer.
Pai, eu não faço questão de ser
tudo. Só não quero e não vou ficar mudo,
pra falar de amor pra você.
Pai, senta aqui que o jantar está na mesa.
Fala um pouco, sua voz está tão presa.
Nos ensina esse jogo da vida, onde
a vida só paga pra ver.
Pai, me perdoa essa insegurança.
É que eu não sou mais aquela criança ,
que um dia morrendo de medo, nos
teus braços você fez segredo, nos teus
passos você foi mais eu, eu, eu
Pai, você foi meu herói, meu bandido
Hoje é mais, muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai, paz.
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